20/01/2015

A mudança se deve, em parte, à seca dos últimos anos, mas não é só isso. Obras que podem ampliar a geração e a distribuição de eletricidade estão atrasadas. A maior delas, a usina de Belo Monte, no Pará, já deveria começar a produzir, 233 megawatts este ano em pelo menos 6 das 24 unidades geradoras. Mas a última fiscalização feita pela Aneel apontou que essas unidades estavam atrasadas de 8 a 12 meses. E só devem começar a funcionar em fevereiro de 2016.

Segundo a agência reguladora, na usina de Jirau, em Rondônia, há atrasos que variam de seis meses a dois anos. E 38 unidades já deveriam estar gerando energia. De acordo com o consórcio responsável pela obra, 22 unidades estão funcionando. Se for considerado o primeiro balanço do Programa de Aceleração do Crescimento, quando as obras ainda não tinham sido licitadas, os atrasos são ainda maiores. Depois da licitação, o governo recalculou o prazo.